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Poemas sem Sentido

Sabe, hoje eu precisei tomar um choque, no sentido figurado da coisa é lógico, pra entender certas coisas
Precisei entender que a vida passa e eu vou passar junto com ela afinal eu não sou desta terra, eu ESTOU nesta terra.
Precisei entender que as pessoas vão me amar, mas muitas delas não vão gostar de mim, é a lei natural das coisas, não se pode agradar Gregos e Troianos ao mesmo tempo.
Precisei aprender que as coisas não vem de graça se eu quiser vou ter de batalhar e desejar de todo coração que elas aconteçam.
Precisei aprender que amigos são e sempre serão um porto seguro, mas quem eu poderei chamar de amigo hoje
Precisei aprender que as pessoas tem o direito de se relacionarem e eu não posso impedir que a pessoa que eu amo se relacione com as demais, pois é assim que ela saberá o valor da minha pessoa pra ela.
Precisei aprender que nada vai acontecer do jeito que eu quero, se eu não fizer algo pra mudar o que me incomoda, e querer mudar as pessoas é ser burro duas vezes, primeiro que ninguém muda porque EU quero, e segundo porque antes d emudar os outros preciso mudar a mim mesma.
E por fim precisei aprender que a vida é curta, as pessoas são passageiras e eu preciso dar a todos que cruzam o meu caminho o melhor de mim, preciso que as pessoas vejam em mim um suspiro de paz e esperança, preciso mostrar que amigos existem e que avida não é uma eterna lamúria, mas pode se transformar numa calma e doce canção, conforme a sua e a minha vontade!!!
Aprende essas coisinhas também, vai

Ser Vasco
Ser Vasco é ser intrépido tanto quanto leal.
É ter o sentido da história do Brasil a fundir povos e raças sem preconceito.
É ser navegante da esperança, não temer aventura, futuro, conquistas, calmarias ou tempestades.
Ser Vasco é renegar o temor e ser popular sem populismo, ser valente sem arrogância e ser decidido sem soberba.
É ter a vocação da vitória e a disposição necessária à qualidade e ao mérito por saber que virtudes necessitam de energia e energia, de vontade.
Ser Vasco é, pois, ser virtude, vontade, valor e vanguarda: tudo com o v de vida, o mesmo de Vasco.
Ser Vasco é conhecer o grito do entusiasmo, esperar a hora de vencer e sentir o cheiro do gol.
É incendiar estádios e extasiar multidões.
É adivinhar instantes decisivos e saber decidir.
Ser Vasco é ser mais povo do que elite, mais tradição do que novidade, mais segurança do que aparência, mais clube do que time, mais vibração do que delírio, mais vigor do que agressão.
Ser Vasco é ousar, insistir, renovar se, trabalhar para construir a vitória não como forma de superioridade, mas de aperfeiçoamento da vida e do esporte.
É gol, é gala, é garbo de uniforme original, cruz no peito, sonho n'alma e amor no coração.
Ser Vasco é emoção recompensada porque vitória bem planejada, é lance, é lança, liberdade, impulso e convicção.
Ser Vasco é sentir o gosto da felicidade, da vitória e do grito maiúsculo de gol.
É ter sabedoria e prudência, unidas na tática certeira ou na organização eficaz.
É viver a emoção de lembrar nomes, lendas, heróis e legendários craques, troféus, títulos, retratos, faixas, taças, copas e vitórias imortais.
Ser Vasco é ter idênticos motivos para cultuar o passado tanto quanto crer no futuro.
Ser Vasco, enfim, é saborear com humildade o orgulho sadio da vitória merecida, do entusiasmo com motivo e da grandeza como destino.

Plateia
Talvez eu nunca entenda o real sentido das borboletas no estômago, da boca seca e joelhos frágeis.
Ou talvez nunca seja a palavra mais ridícula do dicionário; e eu sei do poder que as palavras exercem sobre mim.
A verdade é que sempre me esquivei de qualquer pequena possibilidade.
Sempre tive medo de gostar e ser deixada.
Porque veja bem, de primeiras impressões o mundo está cheio.
E logo meu primeiro coraçãozinho na agenda, ficou partido quando menos se esperava.
Eu tive todos os motivos pra acreditar num sentimento que logo se foi; e foi sem me levar.
Cansei de ouvir que eu não me deixo levar, que eu não me abro e não dou espaço.
Disso eu sei.
Eu só queria ter aprendido no colégio como mudar os defeitos que vêm na fabricação.
Minha frieza de visão só me faz ver defeitos e faltas.
Eu não sinto.
Eu não me abalo.
Eu sei o que vai acontecer e não me surpreendo.
Eu acho graça do esforço e da boa vontade, mas isso é muito triste pra mim.
É como se eu me assistisse de fora o tempo todo, tendo consciência de cada passo, cada sorriso, cada palavra.
É como se eu fosse plateia da minha própria solidão.
Se ao menos eu pudesse ter a certeza de que isso um dia vai mudar
Sinto falta e medo.
Talvez nunca ame, talvez seja nova demais pra dizer isso.
Quero o frio na barriga, a emoção de primeiros encontros.
Quero escrever mais que palavras de desculpas, textos sobres finais sem final; quero mais que arrumar coragem pra terminar.
Quero coragem pra começar.