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Arcise Câmara

Enfrentando algumas decepções
A minha história é complexa, quer ouvir Primeiro tenho que começar falando que mesmo com tudo que aconteceu estou disposta a conhecer homens que valham a pena quando a oportunidade se apresentar.
Sei que é uma meta muito ousada para quem sofreu horrores ou para quem amou sozinha, sei também que não havia nenhuma cura mágica, inteligente ou elegante.
Quanto mais gostava dele, mas facilmente me magoava com suas atitudes.
Dei um passo atrás e me tornei observadora da própria vida, caramba que cansativo, que vida chata, como alguém consegue viver tão egoisticamente O mais engraçado é que parecíamos estar emocionalmente próximos, mas éramos dois infelizes.
Puxa a cadeira que tem uma quantidade excessiva de informações para te contar, eu sei que todo relacionamento representa uma grande oportunidade de aprendizado, que tudo que acontece tem um motivo, mas tudo era tão comum.
Eu não quero mais ouvir que é da natureza dos homens trair, eu não quero ouvir que mulheres refinadas fingem que não sabem do caso amoroso do amado, eu não quero ouvir que bom gosto não se discute e que ele só está se divertindo.
Não vejo você feliz, não acho as conselheiras amorosas felizes no que dizem, muito menos no que vivem.
A vida é difícil e nem tudo é como queremos, mas respeito não cabe em qualquer lugar Ou estou errada
Meu coração não é de pedra, não tenho habilidade em discutir, mesmo que eu tente explicar ele não quis ouvir, a culpa era minha.
Vê se pode A distancia aumentou e a intimidade chegou no grau zero, fui desapegando desse amor romântico.
O meu ex se chocou ao ver que eu sobrevivi e estou até mais bonita e mais feliz, o casamento simplesmente acabou por falta de manutenção, eu me sentia insegura e rejeitada e esse foi o motivo do fim.
Posar de feliz sem ser fere todas as minhas expectativas novelísticas.
Eu aceitei que poderia não amá lo mais e o meu coração foi generoso em olhar para outros campos emocionais não menos importantes.
Em geral o narcisista e egocêntrico do meu ex não se preocupou nem um pouco com a maneira como o comportamento dele me afetava até que um dia deixou de afetar.

Eu pesava 84 kg (já pesei 86) e estou com 76 kg sem dieta e apenas 90% “fazendo a coisa certa” e 10% fazendo a coisa errada.
Mas vou transcrever em que consiste minhas conquistas contra a balança para atingimento do peso normal, diga se de passagem que eu já eliminei o nível obesidade grau 1 e estou no sobrepeso e daqui a pouco estarei com o peso normal, ou seja 64kg ou menos.
Várias coisas me fizeram tomar atitudes vou lista las abaixo:
Efeito sanfona: Ganhei duas estrias horrorosas que mais parecem cicatrizes de cirurgias de recuperação em acidente de trânsito e isso me deixou completamente fora de mim, porque apesar das minhas inúmeras celulites (covinhas charmosas), milagrosamente não tinha estrias.
Fazer dietas restritivas, cortar doces e outras delícias radicalmente, não usar o “coma moderadamente” e poucos dias depois matar o desejo comendo o triplo do que renunciei.
Conscientização pela minha irmã que eu era determinada para todas as coisas.
Conseguia e lutava por tudo que eu queria, salvo a determinação em emagrecer.
Ver um amigo recém engordado e não reconhecê lo de prontidão, gordo e irreconhecível, parar e pensar se ele era realmente ele, me fez refletir sobre a minha gordura, porque quando a gente engorda a gente se transforma e eu conheço vários casos de pessoas que fizeram cirurgia bariátrica e me falavam que as pessoas não as reconheciam e eu levei uns 3 minutos para ter certeza que ele era ele.
O mais determinante neste processo foi analisar o comportamento das pessoas magras e das pessoas gordas e eu me choquei vendo atitudes “horrendas” dos outros em mim mesma.
Observei que gordo come sem parar, a sensação para quem observa é de que a comida vai acabar, gordo não desfruta uma caixa de chocolate belga com validade até 2014 aos poucos, ele acaba a caixa na mesma hora, gordo quer tudo para ontem, faz uma reserva no estômago de comida como se fosse passar fome por meses.
Gordo só se contenta em parar de comer quando aquele bolo ou sorvete acabam e fica provando e comendo de 5 em 5 minutos até não ter mais nada.
Os magros comem devagar, conversam na mesa, não estão preocupados com o prato, se deliciam mais com o bom papo do que com a refeição, preferem um delicioso chocolate fino a uma caixa de bombons garoto.
Incorporei atividade física, jogar tênis de mesa, caminhar, pedalar, deixar de ir na padaria e no supermercado de carro, fazer compras em pequenas quantidades para trazer as sacolas carregadas por mim.
Comer verduras ou legumes em todas as refeições e frutas no café da manhã e lanches.
Comer tudo de 1, um pão com queijo, uma fatia de bolo, uma fatia de pizza, 1 copo de suco e me esforçar para não repetir (às vezes que repito e não consigo deixar de ser gulosa deixo de jantar).
Caso eu coma uma fatia de pão naquele dia não como mais pão de jeito nenhum.
Comer peixes, frutos do mar, carnes magras e pouco frango (tenho a impressão que todos os hormônio injetados nos frangos se transportam para o meu corpo).
Abolir rodízios de qualquer espécie.
Aprendendo a cozinhar: Cozinhar comidas saudáveis e transformá las em gostosuras é impagável.
Tomar um copo d’água a cada 1 hora e ter muito saco de ir ao banheiro toda hora para fazer xixi.
Incorporar arroz integral, farinha de trigo integral, pão integral, trocar o queijo por creme de cottage ou ricota, trocar o suco por água, deixar de tomar toddynho (trocar as calorias líquidas por sólidas), comer doces apenas em aniversários, não comprar doces para ficar no armário.
Como sou gulosa e quero sempre servir 4 dedos de bolo, pedir para a aniversariante me servir uma fatia fina e me contentar com ela.
Fazer um prato com proteína, carboidrato, legumunosa, verduras, grãos e azeite.
1 carboidrato é suficiente se eu faço questão do purê, não como arroz.
Não se culpar por vez ou outra meter o pé na jaca e não sentir culpa em comer, o importante é não exagerar mesmo que suas escolhas não sejam tão saudáveis.
Mas vale, uma fatia fina de bolo do que passar jejum e comer o dobro depois.
Descobri o quanto meu intestino funciona melhor quando eu como de 3 em 3 horas, o estômago fica trabalhando o tempo toda e não fica preguiçoso.
Espero que eu possa ter ajudado alguém e eu confesso que não estou em busca de perder peso e sim de eliminá los para sempre.