Não quero palavras de consolo, não quero tapa nas costas, não quero chá quente, não quero telefonemas de socorro.
Não quero nada.
Quero solidão.
O silêncio no meu interior é dominador, e não me deixa pronunciar uma palavra se quer, não me movo e não reclamo.
Calo me para o mundo.
O oco é meu conforto e minha cama é o meu abraço.
Deixa me quieta, deitada nos braços de Morfeu, sonhando com o dia que te conheci e tentando resgatar a sensação de felicidade que eu tive ao teu lado.