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Encontros e Desencontros

Encontros e desencontros de verão.
Existem pessoas encantadoras que gostaríamos
de ter encotrado pelo mundo afora, pela vida adentro,
e ter sentido seu perfume, e ter sentido seu calor, e ter
sentido seu abraço Mas nos desencontramos.
A Dona Agueda Byondo Marchioli é uma dessas pessoas.
Desencontramo nos!
Puxa! Que pena.
Gostaria de tê la encontrado
Mas, por essas surpresas da vida, nos desencontramos
Nosso tempo estava contado errado
Nosso relógio estava em horário de verão
E nos desencontramos
Foi por pouco, muito pouco
Tudo estava preparado, mas nos desencontramos
Mas encontrei, à minha espera, as flores
Aquelas flores perfumadas, encantadoras
Que ficaram reservadas para mim
Em um vaso todo especial
Delicadamente arranjadas e muito bem distribuídas
E tenho me deliciado com seu perfume
E tenho me esbaldado com sua graça
E tenho dançado a dança das flores
Obrigado!
Não nos encontramos
Mas encontrei seus frutos
E encontrei me com as belas sementes
Que nos dizem, a todos nós, de sua passagem por aqui
Preservarão tão encantadora presença
Nos dirão do encanto que trouxe ao nosso coração
Não a encontrei!
Mas a cada dia, a cada semana, a cada mês
A cada nascer de um novo dia
A cada raiar de aurora
Encontro me om as flores perfumadas que deixou para mim
E me delicio com seu perfume
A cada novo dia, e em todos os dias de minha existência
Desencontramo nos, que pena!
Mas vive e convive comigo
Bem guardadinha em meu coração.
Afinal, a vida é assim, não é mesmo
São os encontros e desencontros de verão.

ENCONTROS E DESENCONTROS
Sinto sua falta.
Por onde andas Pelos desencontros da vida
Comigo também acontece Há amigos, pessoas e até amores que
surgem em nossas vidas e em pouco tempo desaparecem!
Tantas vezes fico solitário, parado, perdido no meio da multidão
como uma gota d'água solta no ar prestes a evaporar.
O burburinho, a agitação, sobretudo incomoda minh'alma.
É nesses momentos que mais sinto sua falta.
Da tranquilidade que sempre nos acompanhou nos momentos
que estivemos juntos.
Sua ausência inunda meus pensamentos.
O seu jeito calmo, a maneira metódica na escolha de algo ou mesmo
num simples aperto de mão.
Seu sorriso largo a me encantar.
Mas o que mais recordo de você, é o seu jeitinho delicado.
E também a sinceridade e a meiguice do jeito de me olhar.
Quando penso em você, meu peito bate forte.
Acelera e manifesta se em cada recordação!
Silêncio e lembrança são aliados viscerais.
Tão profundos
que em pouco tempo transformam se em fraquezas
melancolias conjunturais.
Muitas vezes, tempo é véspera de
desengano.
Tem momentos que corro contra o tempo pra ver
se o tempo espera aí, percebo que é ele que corre contra mim.
E por falar em tempo, revivo cada momento ao seu lado.
Das coisas que um dia o amor nos prometeu.
Era apenas promessa o tempo insofismável logo tratou de se
ausentar e fingindo se de desentendido, recolheu!
Assim como o tempo, me falta tempo.
Então, recolho me no tempo
das palavras vazias e nunca pronunciadas.
Palavras sem
sentido, aleatórias, descabidas.
Às vezes, a vida corre apressada
e em efêmeros encontros casuais.
Ou desencontros.
E foi justamente numa dessas casualidades, que perdemos
o contato.
Muitas vezes, perco me nesta invulnerabilidade
de tempo, hora, pressa.
É o corre corre da vida!
E quando percebemos, como num passe de mágica aconteceu, já foi, passou.
Escapou pela porta do esquecimento.
Resta nos apenas uma lembrança da despedida.
Agora nesse exato momento, quem dera
encontrá la pessoalmente para poder dizer tudo aquilo
que gostaria.
E assim esse novo encontro eu não adiaria.
Expressaria todo meu sentimento tocando te a face
Olhando a nos olhos, a beijaria delicadamente!
É apenas um sonho! Um sonho que voa
através do tempo, dos minutos, das horas, dos dias
na utopia do meu querer, da minha fantasia!