Em 1997, a manifestação se transformou em passeata com a presença de trios elétricos e carros alegóricos, reunindo duas mil pessoas.
A verba de R$ 1,3 milhão é para a organização da parada, estrutura de saúde e segurança, trios elétricos e banheiros químicos.
Além disso, a Prefeitura apoia o show de encerramento e outros eventos que ocorrem no mês de junho relacionados ao evento.
De acordo com o presidente da Associação da Parada LGBT de São Paulo, Fernando Quaresma, neste ano deverão desfilar 15 trios elétricos.
A Parada Gay brasileira mais violenta da história aconteceu em 2009.
Além de brigas e confusões, ocorreu a explosão de uma bomba caseira no Largo do Arouche, que deixou ao menos 20 pessoas feridas.
A Parada deste ano inova ao ter transmissão em tempo real, sendo possível acompanhar toda a manifestação pelo link: paradasp.aovivonaweb.tv.