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Agnus Virginem

DANIEL 1: 8, 16 (BÍBLIA JFA OFFLINE)
Deus me livre, olhar dentro do meu prato de comida
E ver uma galinha em pedaços alí dentro,
E ainda dizer: "Está delicioso!"
É um animal, como eu sou, exatamente
Ver os animais, como frutos de alimentação
E verter o seu sangue, o seu sofrimento
E ainda fazer libação com o sangue do próprio
No próprio alimento
Realmente, o ser humano, que mais parece uma praga
Não dista muito de ciclopes em suas lendas
Deus me livre, pegar e me alimentar de seres aquáticos,
Animais das águas, considerados limpos ou não
Nos registros dos livrinhos sagrados
E me alimentar, ò decepar, derramar o seu sangue
Tirar suas escamas, ò preparar como um fruto
Se portar realmente como à um animal irracional
Que preda, decepa e come é abominável
Como alguém assim poderá estar de pé ante os Deuses
Animais sagrados, todos eles, de um fungo à formiga
De um lagarto à um boi
De uma ave à um ser aquático das águas doce e salgada
Como eu vou Como eu posso, comer a um porco
Que eu mesmo tanto engordei
Dei um nome e o alimentei, dando até carinho!
É um crime!
Eles foram feitos primeiros, que aos homens
A terra, realmente, a melhor das mães, dá fartamente
Provisões sem fim. A fome torna irracional o homem
E a mulher é cumplice nesse crime, junto com as crianças
Que crescem e não mudam de proceder
Imagina eu, ir comer o melhor dos laticínios
Como nada tivesse aí acontecido e acontecendo
Como se eu não soubesse que os animais tão escravizados
Como se eu não soubesse que eles estão sofrendo
Enquanto as pessoas estão orgulhosas diante seus pratos
Sua mesa farta ou não e com o rei na barriga
O animal, desde o pequeno ao grande, estão escravos
A pobreza dos animais não será a sua riqueza
O sofrimento dos animais, não será a sua alegria.
Adonai, no meu acordar e no meu levantar,
Vou estar fazendo para dar glórias
Ao comer e ao beber, vou fazer para dar glórias
Ao me vestir, para dar glórias
Ao falar e fazer qualquer coisa que seja,
Até respirar, e dar com isso, muitas glórias
Quando eu deitar para adormecer, meu espírito
Estará sempre em glórias. Amém! Amém!
E eu sei, que nem o que come pão ou o que come carne,
Participará desta herança e jamais se adornará,
Dessa armadura que reluz de ouro refinado pelo fogo
E aquele e aquela que come pão e carne,
Essa será sua única herança e o seu único salário