Não é de hoje que eu me sinto perdida em pensamentos frustrantes, que me levam a comparações e a achismos desnecessários.
Quando me dou conta estou enrolada em um mundo de convicções errôneas, de medos e de dores.
Daí, desenvolvo em mim uma espécie de barreira para a vida, em busca de proteção, é claro, mas me encontro comigo outra vez sozinha, dividindo as lamúrias e lembranças em um sofá velho, do qual não tem ninguém para olhar.