Não calo mais a minha voz quando estou certa, aprendi a não fazer papel de coadjuvante no meu próprio espetáculo da vida.
Não tenho medo de me mostrar, mesmo que isso signifique ser mais humana, mostrar defeitos, pedir perdão.
Ando em linha reta, condizente com o que penso, falando apenas o que sinto e desejando o melhor que posso para o meu futuro.
Não tenho medo de me mostrar, doa a quem doer.
Eu me aceito por inteira.