A pior coisa que eu pude fazer foi insistir em bater numa porta incerta, quando tudo dizia que o caminho não era por ali.
Eu insisti tanto e machuquei meus punhos batendo nessa porta, gritei e gritei, como se minha vida dependesse daquilo e, quando a porta finalmente se abriu, me senti num caminho tortuoso muito diferente do qual eu imaginava.
Agora me arrependo de ter gastado tanto tempo, tanta energia, em prol de algo que apenas me acrescentaria dor.
Me sinto mal por tudo isso, me sinto culpada e não vítima.
A culpa foi toda minha.