E é para isso mesmo que a gente precisa dizer que está pronto, que está apto, que consegue chegar até onde a vida almeja que a gente alcance.
A nado, quando a borda se aproxima, é como sentir o restabelecer para o corpo que, após o descanso, anseia por mais aventura e por mais desbravar do mundo inteiro.
A gente entende, quando parte rumo ao novo mundo, que não pode mais parar.
Que é preciso seguir os cursos, rumos e rotas que não foram impostas, mas escolhidas a dedo para que a gente pudesse viver as melhores experiências que podem ser oferecidas.
É preciso autoconfiança, força, experiência, vida, saúde e coragem para enfrentar cada desafio desses mundanos que são implantados em nosso caminho.
É preciso entender que o caminho é sempre feito de cada parte de nós.