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Rafaela Dutra.

Os feios.
Minhas amigas dizem que eu possuo um gosto peculiar para homens, que o ditado: “Quem ama o feio, bonito lhe parece” foi feito sob medida para mim.
Pois é, elas têm razão.
Não que eu goste de homens bizarros, sem nenhum atrativo aparente, não! Muito pelo contrário, se vejo algum projeto de “Pitt ou Bandeiras” nas ruas, fico que nem homem mesmo, virando até o pescoço para olhar e se bobear ainda falo “ E lá em casa”.
É que eu costumo ver neles o que elas raramente conseguem enxergar: aquele “q” a mais.
Aquele cheiro de perfume diferente; o charme de andar; um detalhe de anéis nos dedos anelar e polegar; um relógio (sim, minha paixão por relógios se estende até ao meu lado amoroso); o cabelo; o sorriso; enfim são detalhes mínimos, que quase ninguém nota, mas que para mim, fazem toda a diferença.
Isso, claro é quando temos a primeira impressão, a material, o impacto da chegada.
A segunda fica por conta do jeito que eles têm.
Maneiras de sentar, falar, agir Aqueles que possuem a sensualidade aflorada são praticamente irresistíveis, o jeito de olhar fulminante, que desmonta qualquer uma.
Sempre que sentamos em uma roda, seja para beber ou conversar, meu “gosto peculiar” é alvo dos comentários.
E é fato: Acaba, por muitas vezes, aparecendo um na noite que é notado apenas por mim.
Somente por mim.
Meus melhores e piores amores não possuíam nenhuma beleza física, passavam sempre despercebidos nas ruas, na noite, enfim, em qualquer lugar Mas eu sabia muito bem o que eu via neles Aquele “q” E como já disse: que poucas conseguem notá lo.
E peço que continuem assim, pois o dia em que todas elas descobrirem o que eu tanto consigo ver nesses “patinhos feios” a concorrência vai aumentar.
Com certeza!

Os feios.
Minhas amigas dizem que eu possuo um gosto peculiar para homens, que o ditado: “Quem ama o feio, bonito lhe parece” foi feito sob medida para mim.
Pois é, elas têm razão.
Não que eu goste de homens bizarros, sem nenhum atrativo aparente, não! Muito pelo contrário, se vejo algum projeto de “Pitt ou Bandeiras” nas ruas, fico que nem homem mesmo, virando até o pescoço para olhar e se bobear ainda falo “ E lá em casa”.
É que eu costumo ver neles o que elas raramente conseguem enxergar: aquele “q” a mais.
Aquele cheiro de perfume diferente; o charme de andar; um detalhe de anéis nos dedos anelar e polegar; um relógio (sim, minha paixão por relógios se estende até ao meu lado amoroso); o cabelo; o sorriso; enfim são detalhes mínimos, que quase ninguém nota, mas que para mim, fazem toda a diferença.
Isso, claro é quando temos a primeira impressão, a material, o impacto da chegada.
A segunda fica por conta do jeito que eles têm.
Maneiras de sentar, falar, agir Aqueles que possuem a sensualidade aflorada são praticamente irresistíveis, o jeito de olhar fulminante, que desmonta qualquer uma.
Sempre que sentamos em uma roda, seja para beber ou conversar, meu “gosto peculiar” é alvo dos comentários.
E é fato: Acaba, por muitas vezes, aparecendo um na noite que é notado apenas por mim.
Somente por mim.
Meus melhores e piores amores não possuíam nenhuma beleza física, passavam sempre despercebidos nas ruas, na noite, enfim, em qualquer lugar Mas eu sabia muito bem o que eu via neles Aquele “q” E como já disse: que poucas conseguem notá lo.
E peço que continuem assim, pois o dia em que todas elas descobrirem o que eu tanto consigo ver nesses “patinhos feios” a concorrência vai aumentar.
Com certeza!