É que, na verdade, a única coisa que a gente tem por certo é a incerteza.
Só que a gente jamais precisa viver na corda bamba.
A gente pode simplesmente compreender o curso, pegar o barco e observar a margem.
Que a gente possa segurar firme e passar pelas ondas mais difíceis.
Que a gente possa entender que o futuro é, na verdade, um mergulho no mar revolto.