O futuro é a calmaria que está sob a confusão.
É a paz que, quando o mergulho chega, a gente entende que existe um lugar no mundo que, ao longo de todo o tempo, pudemos abrir para nós.
E não é como um buraco que abriga, mas como um esconderijo interior que protege, acalma e recoloca.
E a gente descobre, quase magicamente, que sabe nadar.