Aperta o peito, depois que você chora e sorri, enquanto passa pelas suas mãos todas as fotos da caixinha de madeira que você esconde dentro da gaveta e em seguida lê todas as cartas, bilhetes, e mails que imprimiu e confere os prints que tirou das telas com mensagens.
A saudade vem, te bate, te espanca e deixa um olho roxo, mas também te faz um carinho, te conforta e te lembra das coisas boas e bonitas que você viveu.
Ah, a saudade deveria ser sinônimo de dualidade, pois traz tudo o que é bom e ruim ao mesmo tempo para dentro de mim!