Hipócritas, falsos moralistas e imbecis.
Não existe nenhum, servidor, militante, ativista ou morador que viva, trabalhe, resida, transite de forma assistencial, profissional, social, politica, religiosa e cultural em comunidades carentes das periferias das grandes cidades brasileiras que nunca tenha tido uma anuência mesmo que informal com os ditos poderes criminosos paralelos.
Os verdadeiros trabalhos em comunidades cobram isto.
Infelizmente pela falta de politicas publicas de cultura do estado para as favelas, acarretou e agrava se cada vez mais este tipo de conveniente dialogo permissivo e obrigatório para quem quer ter o pleno direito estar, de ir e vir.
Só não participam e nunca participaram destes diálogos os teóricos e doutrinários que vivem contidos em seus universos perfeitos e cem por cento legais do tamanho de uma bola de gude.
Aqui não se fala em posições politicas partidárias de esquerda ou direita mas sim de operacionalidade, permanência de vida, nada ver e ter a exata sabedoria comunitária que tudo passa e quando volta pior fica enquanto não chega a tão esperada definitiva liberdade.