O ódio deforma meu rosto,
eu sou um monstro, um monstro,
o menino o homem e o leão,
se sinto mal, me sinto idiota,
e sinto ódio disso tudo.
Eu dei um soco,
depois que o ódio foi embora,
restou a velha dor e a senhorita vergonha,
a paz veio, abriu a porta como se já fosse de casa,
mas a minha mão continua inchando.
Grandes são os que não amam,
os que não tem fronteiras para o ódio,
grande são os impiedosos,
os grandes, os que precisam cair
Como você pôde trair a mim,
o cara que te amou acima do orgulho!
Deve ser mesmo isso, amor em excesso
pede pra ser testado.