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Yhulds Bueno

Morte culpada e inocente!
Morte nunca culpada, mas sempre presente, seja em tragédias ou no curso natural evolutivo da vida.
Morreu de que Pergunta frequente em todas as situações de “morte”, ninguém responde morreu de morte ou a morte matou, sempre existe uma justificada mesmo que inebriada de dor a morte logo e absolvida, morreu pela idade, por alguma doença ou morreu de um acidente, mas morreu de "morte" nunca é dito.
O medo da morte a raiva à sensação de impotência diante dela será certo ou errado ela não mata, mas exerce um papel fundamental nesta enigmática existência que é a vida, a morte em culturas antigas e comparada com um barqueiro que tem a função de transportar as almas.
A morte faz um papel que ninguém gostaria ou quer fazer, um papel necessário de acompanhar as almas, ao contrário do que se diz ou que já foi escrito ela não é o ceifeiro da vida, pois a cada morte existe uma justificativa nunca “morreu de morte morrida”, mesmo que incompreendida a morte é, e sempre será culpada, nunca será inocente.
Como em todo conto sempre existirá um herói e um vilão um não sobrevive sem o outro, a vida só faz sentido pela existência da morte, mesmo que trágico e cruel viver é um ato de ação e reação, de fatos e atos, eterna interpretação e incompreensão, uma viajem com várias paradas no qual o destino final de cada passageiro é a estação de nome morte.
O que se deve saber, que cada ser vivo que existe neste grande mundo tem uma missão e quando sua missão já foi realizada sua alma “espirito” evolui para outro plano, e não somos nós mortais em nossas limitações que iremos questionar o plano do Grande Mestre “Deus” e seu fraterno amor pelos seus filhos.

O desejo de voar
Ao longo da evolução histórica o desejo de voar está presente na humanidade, pode se dizer que tal fato seja proveniente desde os tempos pré históricos, quando os homens observavam os pássaros neste período evolutivo.
Existem muitos registros e narrativas de aventureiros que se arriscaram a voar, sendo esses mal sucedidos, o mais famoso ”Ìcaro” (mitologia Grega), que juntamente com seu pai Dédalo construiu asas artificiais a partir da cera, mel de abelhas e penas de gaivota para fugir de sua prisão, antes da fuga, Dédalo alertou ao filho que não voasse muito perto do sol, para não derreter suas asas, mas Ícaro não obedeceu a seu pai, e pôs se voar próximo ao sol, suas asas derreteram com o calor e Ìcaro acabou caindo no mar Egeu.
Séculos se passaram ao decorrer dos milênios, até que o primeiro aviador no dia 23 de outubro de 1906, neste dia uma centenas de pessoas se aglomeravam no campo de Bagatelle, em Paris, para observar um imponente aeroplano branco, essa engenhoca fora construída com asas feitas de pipas caixas e um motor de 50 cavalos vapor, uma façanha para estes tempo.
De pé, em um cesto entre as asas, estava um homem elegantemente vestido, muito conhecido de todos neste período históricas por suas prodigiosas façanhas aéreas em balões e dirigíveis.
Alberto Santos Dumont tentava tornar se o primeiro homem do mundo a voar em um avião, este fato fora registrado e perpetuado sendo Alberto Santos Dumont o pai da aviação brasileira, reconhecido no mundo como um dos mais brilhantes em seu tempo, dentro das diversas invenções, destaca se também a adaptação do relógio de pulso, para facilitar aos pilotos ver as horas.
Relembrar fatos históricos que de alguma maneira contribuíram para o desenvolvimento de uma região em seu tempo e proporcionar aos cidadãos o conhecimento de acontecimentos épicos que marcaram uma geração.